In Comportamento

Olá, amores!

Sabiam que há mulheres que condicionam sua alegria ao modelo de vida perfeito que a sociedade impõe? E que,  quando não conseguem alcançar algum desejo, ficam frustradas?

Segundo a nossa consultora, Eliana Alves Pereira, psicóloga,  “A falta de confiança em si mesma nos faz sempre esperar algo acontecer para sermos felizes”.

Por que?  Porque“O mundo dita regras, tem dito o que é o bom e o que é ruim, o que é bonito e o que é feio, o que traz e o que não traz alegria. As pessoas ficam tentando se enquadrar nisso, mas isso é um laço, uma armadilha para irem se entregando”, explicou. Ela lembrou que,  pelo fato de ter os sentidos mais apurados, a mulher se torna vulnerável às influências de pessoas e das circunstâncias. Se ainda não possui a condição financeira que gostaria, fica oprimida”.

“Na frente do espelho só enxerga os defeitos. Se alguém não a elogia, fica deprimida. Ou seja, ela usa aquilo que a diminui como um empecilho para não avançar em sua vida. Mas, em vez de se anular, ela deveria usar seus sentidos para valorizar o que tem de bom, transformar isso em coisas produtivas, desenvolver os seus talentos e correr atrás dos seus sonhos”, orientou a psicóloga.

Mudança interior

A alegria é um estado da alma e não depende do que acontece ao seu redor. Muitas pessoas, por acumularem sofrimento e insatisfação, abrem uma ferida na alma e pensam que o melhor é desistir de tudo.

A psicóloga, Eliana Alves Pereira,  explicou  que “A autoestima é um reflexo dos pensamentos sobre si mesma. Quem tem a autoestima elevada vive bem, pois se valoriza e, ao mesmo tempo, não se considera melhor que os outros. Quem está com a autoestima baixa é porque não enxerga seu valor. A autoestima  afasta a instabilidade e enche a mulher de segurança e perseverança”.

Valor interno

‘É importante dizer que a autoestima é o valor interno que atribuíamos a nós e não tem relação com o externo (físico). Afinal, se fosse dessa forma, apenas as atrizes e modelos teriam uma boa autoestima. Realmente a mulher pode se sentir melhor estando bem arrumada, porém isso não significa ter autoestima, até porque uma mulher insegura pode ser extremamente vaidosa (medo de ser julgado pelos outros) enquanto outra pode sair de casa sem pentear os cabelos e ser super confiante (sou bonita de qualquer forma)”.

“Os sinais da baixa autoestima são muitos e podemos citar dentre eles: necessidade de aprovação (reconhecimento e agradar); dependência (financeira e emocional); insegurança (ciúmes); não se permite errar, perfeccionista; sentimento de não ser capaz de realizar nada; não acredita em si e em ninguém; dúvidas constantes, duvida de seu próprio valor; depressão; ansiedade; inveja; medo; raiva; agressividade; comodismo; vergonha; dificuldade em crescer profissionalmente e sentimento de inferioridade”.

Como fazer para melhorar a autoestima?

Segundo a psicóloga, “Não existem fórmulas mágicas. A única solução é o autoconhecimento.  Podemos comparar nossas vidas a um guarda-roupa bagunçado, onde é muito difícil encontrar uma roupa limpa (qualidades). Por isso é preciso ver quais roupas precisam ser lavadas, quais não servem mais (se livrar das mágoas que apenas pesam e ocupam espaço em nossas vidas) e quais estão ali novinhas sem nunca terem sido usadas (potencial)”.

“Apesar de trabalhoso, o autoconhecimento nos permite ver as coisas com mais clareza, encontrando nossas qualidades, muitas vezes abafadas e anuladas por nós e pelos outros. O primeiro passo é querer a mudança. Tendo dificuldades, não tenha vergonha de procurar um profissional. Seja feliz!”

Anotem o contato, da Psicóloga e Coaching Eliana Alves Pereira, se quiserem  ou tiverem  alguma dúvida: 9 9694-8225

E aí, gostaram? Deixe o seu comentário!

Bjocasss

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